quarta-feira, 11 de Fevereiro de 2009

axe instinct

quarta-feira, 7 de Janeiro de 2009

brevemente...

...o blog será encerrado!
já não faz muito sentido aqui o sítio das joaninhas!
até porque já não há contributo de outras joaninhas!
entretanto, se mudar de ideias...
aviso!

domingo, 4 de Janeiro de 2009

como funciona o crime organizado...


segunda-feira, 17 de Novembro de 2008

Alicia Keys & Jack White - Another Way To Die

sábado, 8 de Novembro de 2008

Bond, James Bond

quase que podemos escolher!
todos com a sua pinta, mas o Sean Connery e o Daniel Craig...
hmmm
a pinta destes dois não deixa ninguém indiferente!!
agora, um "cheirinho" para irem ao cinema!

quinta-feira, 6 de Novembro de 2008

Gibberish e Relaxamento


"Gibberish é para livrar-se da mente ativa, silêncio para livrar-se da mente inativa e deixar ir é para penetrar no transcendental." Osho Esta pequena, divertida meditação acontece no final de alguns discursos de Osho. Em poucos momentos você pode jogar fora as tensões mentais e mover-se para seu centro da consciência.

Primeiro Estágio: Gibberish
Sentado, feche seus olhos e comece a emitir sons sem sentido; qualquer som ou palavras, contanto que elas não façam nenhum sentido. Basta falar alguma língua que você não conheça! Permita-se expressar o que quer que necessite ser expresso dentro de você. Jogue tudo fora. A mente sempre pensa em termos de palavras. Gibberish ajuda a quebrar esse padrão de verbalização contínua. Sem reprimir seus pensamentos, você pode jogá-los fora. Deixe seu corpo ser do mesmo modo expressivo.

Segundo Estágio: Indo para Dentro
Após alguns minutos de Gibberish, acontece uma batida de tambor, nesse ponto o Gibberish cessa. Então a voz de Osho guia o ouvinte para um espaço de profundo silêncio, quietude e relaxamento dizendo, por exemplo; fique em silêncio, feche seus olhos... Nenhum movimento de corpo, sinta-se congelado. Vá para dentro, cada vez mais profundamente, exatamente como uma flecha. Penetre todas as camadas até atinjir o centro de sua existência.

Terceiro Estágio: Relaxamento
Outra batida do tambor e, sem preparação, permita-se cair "como um saco de arroz", assim você fica deitado de costas, totalmente quieto e relaxado, enquanto você está sendo guiado ainda mais profundamente para uma quietude silenciosa.

Quarto Estágio: Voltando
Na batida final do tambor, a voz de Osho lhe guia de volta para a posição sentada, lembrando-o a trazer o vislumbre da consciência silenciosa que a gente possa ter tido nas atividades diárias.



Lembre-se, o primeiro passo da meditação é Gibberish. O gibberish simplesmente significa jogar fora sua maluquice, que ainda está lá na mente, empilhada por séculos. Quando você as joga fora, você se descobrirá tornando-se luminoso, tornando-se mais vivo, apenas em dois minutos.Você se surpreenderá quando Nivedano (o baterista) der sua segunda batida, para entrar no silêncio, você entra em silêncio tão profundamente como nunca antes. Somente aqueles dois minutos limparam o caminho. Na verdade nesses dois minutos, se você pôr toda sua energia... Quanto mais energia você põe nisso, mais profundo é o silêncio que segue.Qualquer criança pode fazer Gibberish, não precisa de nenhum treino. Desde o primeiro momento você já está quase treinado. Gibberish não precisa de nenhum treino, nem o dar risada precisa de nenhum treino. Se você puder fazer Gibberish você estará limpando sua mente de todos os tipos de poeira que vai se acumulando. E quando a mente fica silenciosa... Não há outro lugar para ir senão para dentro. Todas as estradas são esquecidas; resta apenas um tráfego de mão única.Apenas por um dia ou dois você hesita em ir muito para dentro. Quem sabe se você será capaz ou não de retornar? É um exercício brincalhão, divertido. Não há nada com o que se preocupar, você pode ir tão fundo quanto queira. Não conhecendo a língua chinesa, mas falando Chinês, não sabendo o que eles estão dizendo, mas dizendo-o muito enfaticamente, não se importando absolutamente com quem está escutando... Ninguém está escutando, portanto você pode dizer qualquer coisa que você queira, você não vai ofender ninguém. Não há ninguém a não ser você.Isso lhe tornará mais saudável como nunca antes, porque você jogou fora tanto lixo que estava guardando. Você acha que seu Gibberish está vindo do céu? Você está carregando todo esse entulho, jogue-o fora! Apenas faça isso totalmente, entusiasticamente. Não se importe se é Árabe ou Hebreu ou Chinês; você pode falar qualquer língua que você não conheça. Apenas evite a língua que você conhece, porque a língua que você conhece não trará sua bobagem para fora, ela será muito gramática. O significado não é absolutamente um imperativo. Somente por dois minutos dê uma oportunidade a sua existência de ser sem significado. E você será imensamente chocado de saber que em apenas dois minutos você se torna tão leve, tão preparado para mergulhar no silêncio.

terça-feira, 28 de Outubro de 2008

A banca nacionalizou o Governo

A troco de apenas algum dinheiro, os bancos emprestam-nos o nosso próprio dinheiro para que possamos fazer com ele o que quisermos. A nobreza desta atitude dos bancos deve ser sublinhada Quando, no passado domingo, o Ministério das Finanças anunciou que o Governo vai prestar uma garantia de 20 mil milhões de euros aos bancos até ao fim do ano, respirei de alívio. Em tempos de gravíssima crise mundial, devemos ajudar quem mais precisa. E se há alguém que precisa de ajuda são os banqueiros. De acordo com notícias de Agosto deste ano, Portugal foi o país da Zona Euro em que as margens de lucro dos bancos mais aumentaram desde o início da crise. Segundo notícias de Agosto de 2007, os lucros dos quatro maiores bancos privados atingiram 1,137 mil milhões de euros, só no primeiro semestre desse ano, o que representava um aumento de 23% relativamente aos lucros dos mesmos bancos em igual período do ano anterior. Como é que esta gente estava a conseguir fazer face à crise sem a ajuda do Estado é, para mim, um mistério. A partir de agora, porém, o Governo disponibiliza aos bancos dinheiro dos nossos impostos. Significa isto que eu, como contribuinte, sou fiador do banco que é meu credor. Financio o banco que me financia a mim. Não sei se o leitor está a conseguir captar toda a profundidade deste raciocínio. Eu consegui, mas tive de pensar muito e fiquei com dor de cabeça. Ou muito me engano ou o que se passa é o seguinte: os contribuintes emprestam o seu dinheiro aos bancos sem cobrar nada, e depois os bancos emprestam o mesmo dinheiro aos contribuintes, mas cobrando simpáticas taxas de juro. A troco de apenas algum dinheiro, os bancos emprestam-nos o nosso próprio dinheiro para que possamos fazer com ele o que quisermos. A nobreza desta atitude dos bancos deve ser sublinhada. Tendo em conta que, depois de anos de lucros colossais, a banca precisa de ajuda, há quem receie que os bancos voltem a não saber gerir este dinheiro garantido pelo Estado. Mas eu sei que as instituições bancárias aprenderam a sua lição e vão aplicar ajuizadamente a ajuda do Governo. Tenho a certeza de que os bancos vão usar pelo menos parte desse dinheiro para devolver aos clientes aqueles arredondamentos que foram fazendo indevidamente no crédito à habitação, por exemplo, e que ascendem a vários milhares de euros no final de cada empréstimo. Essa será, sem dúvida nenhuma, uma prioridade. Vivemos tempos difíceis, e julgo que todos, sem excepção, temos de dar as mãos. Por mim, dou as mãos aos bancos. Assim que eles tirarem as mãos do meu bolso, dou mesmo.

Visão, 16-10-08